Elaborada pelo Dr. Marcos Antonio Gangana Junior.
Médico do TRT-3ª.
Região - MG.

É uma doença febril aguda e de gravidade variável.
Nas formas LEVES da doença, denominadas de DENGUE CLÁSSICA, o paciente apresenta febre, cefaléia (dor de cabeça) intensa, dores musculares e nas articulações, prostração, náuseas, vômitos, dor nos olhos, diarréia, manchas vermelhas no corpo.
Nas formas MODERADAS e GRAVES, denominadas DENGUE HEMORRÁGICA e
SÍNDROME DO CHOQUE, além dos sintomas acima citados, o paciente
pode apresentar piora dos vômitos, dor abdominal, sangramentos (nas
fezes, na urina, cavidade bucal, no nariz), queda da pressão arterial,
desidratação, pulso acelerado e alterações da
consciência. É importante ressaltar que, quando os sintomas de
gravidade se manifestam, a febre pode ter cedido, dando a falsa impressão
de melhora ou cura ao paciente.
Não existe um tratamento específico para o vírus da DENGUE, cabendo ao profissional de saúde indicar a ingestão abundante de líquidos, medicamentos sintomáticos (analgésicos, inibidores de vômito) e monitorar os pacientes com sintomas mais graves, em ambiente hospitalar. Os analgésicos como AAS (Ácido Acetil Salicílico), ASPIRINA e MELHORAL são contra-indicados na suspeita de DENGUE.
A transmissão se dá pela picada do mosquito transmissor, cujos criadouros (locais de água limpa e parada) estão presentes em áreas urbanas.
A única maneira de se prevenir a doença é por meio do combate às larvas do mosquito transmissor da DENGUE, conforme ampla divulgação na mídia, seja pelo controle domiciliar ou uso de inseticidas. Ao contrário da FEBRE AMARELA, ainda não existe VACINA para a DENGUE.
É possível, porque existem 4 formas/tipos de vírus da DENGUE. A pessoa que teve a doença fica imune apenas àquele tipo de vírus que a infectou.
É uma doença febril aguda, de curta duração (até 12 dias) e gravidade variável.
Nas formas LEVES e MODERADAS da doença, o paciente apresenta febre,
calafrios, cefaléia (dor de cabeça) intensa, dores musculares,
prostração, náuseas e vômitos.
Nas formas GRAVES, além dos sintomas acima citados, o paciente pode
apresentar diarréia, vômitos com aspecto de borra de café,
icterícia (pele mucosas amareladas) e sangramentos (nas fezes, na urina,
na cavidade bucal, no nariz).
Não existe um tratamento específico para o vírus da FEBRE AMARELA, cabendo ao profissional de saúde indicar medicamentos sintomáticos (analgésicos, inibidores de vômito) e monitorar o paciente, com vigilância sobre o aparecimento de sintomas mais graves.
A transmissão se dá pela picada de mosquito presente em áreas silvestres.
No Brasil, os locais de risco são as regiões de matas e rios de todos os estados da Região Norte e Centro-Oeste, parte da Região Nordeste (Estado do Maranhão, sudoeste do Piauí, oeste e extremo-sul da Bahia), Região Sudeste (Estado de Minas Gerais, oeste de São Paulo e norte do Espírito Santo) e Região Sul (oeste dos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul).
Através da VACINA contra FEBRE AMARELA, que assegura 100% de proteção, após o 10º dia de aplicação. Essa proteção dura 10 anos, após, a dose deve ser repetida.
A VACINA é contra-indicada para gestantes e mulheres que estão
tentando engravidar, pacientes em tratamento de câncer, portadores de
HIV, pacientes que fazem uso de corticóides em altas doses, pacientes
com alergia a ovo.
Em caso de dúvida, o paciente é avaliado na unidade que disponibiliza
a vacina, pelo médico.
O Ministério da Saúde disponibiliza gratuitamente a vacina em postos de saúde de todos os municípios do país, na rede do SUS. A vacina também está disponível nas salas de vacinação em portos, aeroportos e fronteiras, e em alguns hospitais da rede privada de saúde, que dispõem de sala de vacinas.
Incluído em 27/03/2008.
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